sábado, 27 de setembro de 2008

sábado, 6 de setembro de 2008

Sons imortais V

Mais estrelas.

Por momentos, se pensa, contudo. Num terraço de uma casa amiga, o charro inunda a contemplação de saudosismo, de ingenuidade. De crente estupidez?

E lá um gajo relembra tudo, sem constantes mágoas imbecis. Sorriso infantil de esperança. Olho nos olhos, reflectidos nas estrelas. De outro observador, noutros lugares. Por um momento, sei que estás ali.

Talvez até voltasse da viagem. Que besta me saí.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Estrelas

Lembrei-me agora do outro dia. Falha a luz ao entardecer, técnicos incompetentes não a reactivam nem tão cedo. Passam minutos, vou à varanda pouco visitada e vejo a noite, longe da castradora luz urbana.

Estrelas e mais estrelas. Como no gerês, como no pontão onde o rio e o mar se cruzam. Magnitudes, luminosidades, massas, etc... Borrifem-se. Quero olhar e olho para o céu sem pensar, sem raciocinar. Sem envenenar a beleza, a arte que observo com racionalizações de merda. É a minha fuga. Deste esterco de sítio em que me meteram.

Inventem as viagens interestelares amanhã e serei o primeiro explorador, apreciar de perto cada estrela, cada nebulosa. Nunca voltarei.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Memórias.



I'm a high school lover, and you're my favorite flavor
Love is all, all my soul
You're my playground love

Yet my hands are shaking
I feel my body reeling
Time's no matter, I'm on fire
On the playground love

You're the piece of gold
That flashes on my soul
Extra time, on the ground
You're my playground love

Anytime, anywhere,
You're my playground love.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Momento doce e cativante II


















A serra algarvia esconde verdadeiros tesouros. Enormes. Cabem na palma duma mão.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

domingo, 3 de agosto de 2008

Sons Imortais III



Já a sei toda. Lá vou eu por Vila Real armado em Mariachi.

Pequenos prazeres de Verão.


















Beber aos poucos o gelo a derreter-se da caipirinha.
Ler na serra; ler na praia; ler.
Fazer festas na barriga da Luna.
Olhares cúmplices, sorrisos cúmplices, confidências.
Rir estupidamente.
Picnics nocturnos à beira rio.
Prova de licores e aguardente na feira de artesanato.
Vê-los repetir o jantar que lhes fizeste.
Céu estrelado a mergulhar no mar.
Debicar as uvas sem caroço do cacho.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

sábado, 26 de julho de 2008

Sons imortais I

Ever get the feeling you've been cheated?












Move along, nothing to see here.

Caetano Veloso para ricos.

Quando a gente gosta é claro que a gente cuida
fala que me ama só que é da boca pra fora
ou você me engana ou não está madura
onde está você agora?


Nunca gostei de música popular brasileira. Porém, uma audição do Transa, há uns anos, fez-me abrir uma excepção. Ontem fui vê-lo a Albufeira. (Passes de imprensa arranjados pela prima = <3)

Esperava-se um sítio maior, uma banda, outro público, uma praia. Caetano afinal tocava sozinho, com a sua guitarra, num resort de luxo. Limitou-se a tocar as mais conhecidas e a falar um pouco com um público já ganho. O obrigatório.

Caetano, da próxima vez mete-te na praia, traz uma banda, toca à borla para todos. Se possível o Transa na integra. ;)

domingo, 20 de julho de 2008

O Medo.

Paralisa. Destrói. Corrói. Entristece. Separa.

Passa um rapaz por uma rapariga na rua. Acha-a interessante. Fala com ela? Pede-lhe um número? Marca um encontro? Não, não quer incomodar.

Um trabalhador é prejudicado pelo seu chefe? Vai enfrentá-lo? Exigir melhores condições? Não, pode perder o emprego e o sustento.

Todos os dias em toda a parte. As pessoas engolem e o medo vence. Oportunidades perdidas, relações destruídas. Aventuras que nunca existirão, momentos que se perdem como nados mortos. Receia-se incomodar, receia-se magoar. As palavras que deveriam ser ditas, os gestos que deveriam ser feitos...

Era bom não ter medo. Seria bom? Não é por aí. Ele é certo, sempre por cá andará. A verdadeira coragem está em enfrentá-lo. Sabiamente defendido por Panoramix em "Astérix e os Normandos".

Sempre foi o maior adversário. Várias vezes venceu. Várias vezes venci. Ainda assim, a memória das derrotas abate-se sobre mim com todo o peso do mundo.

Queria ganhar. Mais vezes. Sempre. Dizer o que tenho para - e que - dizer. Fazer o que tenho para - e que - fazer.
Queria-te ver ganhar. Ouvir-te falar, ver-te agir. Que se cesse esta estúpida bola de neve, destrutiva e crescente.
Que se fodam os receios. Insignificantes quando comparados com as aventuras que nos esperam. Não as percamos como às outras.

Vamos. Local do costume, hora do costume. Lá estarei, desta vez não serei vencido.


Paulo Vieira Castro

sábado, 19 de julho de 2008

Prodigy



Soberbo. Intenso. Brutal.

As vítimas? As minhas pernas e o meu cartão rede4. RIP 931, cá espero para a semana o teu substituto.

Aprender a perder.

Não vi RATM.
Não vi Liars.
Não vou ver Cohen.
Não vou ver Converge.
Não vou ver Mars volta.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

sábado, 12 de julho de 2008